A sud dell'alma

Chi passa i mari muta il cielo, non l'anima.

A sud dell'alma

Chi passa i mari muta il cielo, non l'anima.
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Terra Blog

23.07.08

AMAR

categorias: Poemas
Eu quero amar, amar perdidamente!
Amar só por amar, aqui...além...
Mais Este e Aquele, o outro e toda a gente...
Amar! Amar! E não amar ninguém!

Recordar? Esquecer? Indiferente!..
Prender ou desprender? É mal? É bom?
Quem disser que se pode amar alguém
Durante a vida inteira é porque mente!

Há uma primavera em cada vida:
É preciso cantá-la assim florida,
Pois se Deus nos deu voz foi pra cantar!
E se um dia hei de ser pó, cinza e nada,
Que seja a minha noite uma alvorada,
Que me saiba perder.. pra me encontrar...


Florbela Espanca

21.07.08

Non ci son prigionieri...

categorias: Poemas
Non ci son prigionieri
dove la libertà -
lei stessa - abita in te -


Emily Dickinson

20.07.08

Prince Charmant....

categorias: Poemas, Livros

No lânguido esmaecer das amorosas
Tardes que morrem voluptuosamente
Procurei-O no meio de toda a gente.
Procurei-O em horas silenciosas!

Ó noites da minh'alma tenebrosas!
Boca sangrando beijos, flor que sente...
Olhos postos num sonho, humildemente...
Mãos cheias de violetas e de rosas...

E nunca O encontrei!... Prince Charmant...
Como audaz cavaleiro em velhas lendas
Virá, talvez, nas névoas da manhã!

Em toda a nossa vida anda a quimera
Tecendo em frágeis dedos frágeis rendas...
-Nunca se encontra Aquele que se espera!...


Florbela Espanca (1894-1930 ) no livro de Soror Saudade (1923)


Prince Charmant

Nel languido svenire dei teneri
pomeriggi che muoiono voluttuosamente
l’ho cercato in mezza a tutta la gente.
L’ho cercato nelle ore silenziose!

Delle notti della mia anima tenebrose!
Bocca che sanguina baci, fiore che sente…
Occhi assorti in un sogno, umilmente…
Mani piene di violette e rose…

E mai l’ho incontrato!...Prince Charmant...
Come cavaliere audace di racconti vecchi
forse nelle nuvole della mattina verrà.

Ah! Tutta la nostra vita va come una chimera
tessendo in fragili dita fragili merletti...
- Non si incontra mai Colui che si spera!...

19.07.08

Eu acredito que a poesia tenha sido uma vocação...

categorias: Formação

Eu acredito que a poesia tenha sido uma vocação, embora não tenha sido uma vocação desenvolvida conscientemente ou intencionalmente. Minha motivação foi esta: tentar resolver, através de versos, problemas existenciais internos. São problemas de angústia, incompreensão e inadaptação ao mundo.

Carlos Drummond de Andrade

18.07.08

Necessaria caduta

categorias: Formação

La mia cultura era necessaria
perché io salissi tanto in alto
da avere da dove poter cadere.

Clarice Lispector